A dança é considerada uma das artes mais completas.
Tem a capacidade de desenvolver, simultaneamente, as qualidades físicas e emocionais de quem a pratica. É uma das formas mais harmônicas e perfeitas de desenvolver o corpo, de trabalhar a emoção, a interpretação e de transpor uma criatividade nata.

O termo Balé ou Ballet vem do italiano ballare, com o sentido de ‘bailar’. Ele nasceu justamente na Itália, em pleno Renascimento, com coreografias que eram intercaladas com os números de Ópera, para entreter os convidados.
A técnica de Ballet foi desenvolvida há muito tempo, sendo que as posições permanecem as mesmas até hoje, mesmo tendo sido revistas, ao longo dos séculos, por vários coreógrafos.
A primeira escola de Ballet foi aberta em 1661, pelo Rei Luís XIV da França: a Academia Real de Dança. No reinado de Louis XIV, muitos dos Ballets apresentados foram criados pelo compositor francês Jean-Baptiste Lully e coreógrafo francês Pierre Beauchamp, que inventou as cinco posições dos pés. Devido a estas grandes influências, a maioria dos passos e posições de Ballet tem nomes franceses.
O Ballet Clássico trabalha técnica, musicalidade e expressão e ainda permite que os bailarinos desenvolvam a disciplina, tanto física, quanto psicológica.

O Jazz Dance teve sua origem no final do século passado a partir das raízes populares, evoluindo paralelamente ao Jazz Music norte-americano. Vindo da cultura negra, suas características mais marcantes sempre foram visivelmente inspiradas nas danças africanas, com trabalho de isolação muscular, marcação de quadril, ritmo pulsante e balanço.
O Jazz Dance possui o privilégio da renovação constante. Para quem pratica, não importa onde esteja: em casa assistindo a vídeos, em um show da Broadway ou em uma sala de aula, é só ouvir uma música que o corpo inteiro quer dançar.
As movimentações dos bailarinos de Jazz podem ser lentas, graciosas ou eles podem se mover com agilidade e rapidez, executando saltos fantásticos e outras proezas.

Falar desta modalidade fascinante é falar de nomes como Fred Astaire, Ginger Rogers, Gene Kelly, Bill Bojangles, Ann Muller, Donald O´Connor, Honi Coles, Brenda Bufalino, Gregory Hines, entre outros lendários.
A origem do Sapateado tem suas controvérsias, pois ele parece ter originado de vários lugares. Mas a conclusão de inúmeras pesquisas revela que ele teve grandes influências, como no século V, na Irlanda, onde os camponeses que usavam sapatos com solado de madeira para aquecer os pés começaram a brincar com os sons que eles faziam. Outra influência, também muito forte, veio das danças africanas.
O Sapateado Americano se consolidou no início da década de 20, com a criação do espetáculo “Shuffle Along”, no qual 16 bailarinas executavam a mesma coreografia dando origem ao chamado “chorus line”, revolucionando os palcos da Broadway. Desde então, o sapateado proliferou pelos Estados Unidos.
No Brasil, o Sapateado é uma arte que vem sendo muito difundida, ganhando adeptos por todo o país.
O Sapateado desenvolve a musicalidade, a coordenação motora e a agilidade, podendo ser iniciado desde cedo.

A Dança de Salão teve origem nos bailes das cortes reais européias, tomando forma na corte do Rei Luís XIV, na França. Ela foi levada pelos colonizadores para as diversas regiões das Américas, onde deu origem à grande variedade de estilos, à medida que se mesclava às formas populares locais.
Ela é sempre executada por um casal de dançarinos. No Brasil, são praticadas algumas Danças de Salão, como: o forró, o samba de gafieira, o soltinho, o bolero, o tango, o zouk, a lambada, o maxixe, a salsa, entre outras.
Além de ser uma atividade física que pode ser feita por pessoas de todas as idades e não ter contra-indicações, a Dança de Salão ativa a circulação do sangue, principalmente nas pernas, e proporciona uma melhora considerável na postura. Sem falar da conotação social que possui, já que gera integração devido à interação entre duas pessoas.